11 de abr de 2015

Santo Amaro da Purificação - Bahia

Aqui vou retratar um pouco da Cidade de Santo Amaro da Purificação que fica na região do Recôncavo da Bahia e que muitas pessoas conhecem pela fama de dois grandes artistas baianos e sua saudosissíma mãe Dona Canô.




Aqui iniciamos nosso Tour, pela belissíma Igreja Matriz Nossa Senhora da Purificação.




Igreja Matriz Nossa Senhora da Purificação


A construção foi iniciada em 1706 e concluída no final deste século. Como sua construção demorou quase um século, a igreja foi se adaptando aos modismos de cada época e acabou se convertendo em uma igreja do tipo comum no século XVIII.


Casa de Câmara e Cadeia
Sua construção foi inciada em 1726, concluída em 1769. Em 1916 a sede da Imprensa Oficial da Vila passa a funcionar no prédio. Na década de 20, do século XX, a cadeia que funcionava no andar térreo desde a construção do prédio, foi transferida para outro local. O edifício foi construído à imagem e semelhança do Paço Municipal de Salvador.




Hoje atual Prefeitura Municipal de Santo Amaro. A mesma será fechada para restauro... Tombada pelo IPHAN - Instituo do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 

A cidade de Santo Amaro da Purificação possui 75 prédios de valor histórico e arquitetônico distribuídos por 27 ruas no Centro Histórico, situado entre as praças da Purificação e do Rosário. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Purificação (atual Igreja Matriz de Santo Amaro) foi tombada em 1941, data dos primeiros tombamentos realizados no município.



Igreja de Santo Amaro da Purificação 

A construção foi iniciada em 1706 e concluída no final deste século. Como sua construção demorou quase um século, a igreja foi se adaptando aos modismos de cada época e acabou se convertendo em uma igreja do tipo comum no século XVIII. No seu interior, modificado durante a década de 1920, destacam-se os forros com pintura ilusionista da nave e transepto, dez painéis figurados de azulejo, o acervo de imagens e alfaias. 






Santa Casa da Misercórdia 

A Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro, Hospital Nossa Senhora da Natividade, está em funcionamento desde 1778, hoje com 231 anos, presta atendimento médico-cirúrgico (urgência-emergência) à comunidade de Santo Amaro da Purificação com população estimada em cerca de 70.000 habitantes e a pacientes de cerca de 13 municípios circunvizinhos totalizando cerca de 230.000 habitantes na região.



Enfim, esta cidade além de bonita e aconchegante, tem seu povo hospitaleiro e educado. Também tem muitas belezas naturais e culturais pouco divulgadas e conhecidas. Um destes é frequentado por moradores de regiões vizinhas, como local para excursão e ecoturismo, na região de Oliveira dos Campinhos, conhecida como Cachoeira do Urubu. Tive muitas oportunidades de trilhar por lá e a experiência é única.






Fontes
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaSecao.do;jsessionid=C8A07C68C0AB14EAB447EEA1E7BCAEF1?id=18123&retorno=paginaIphan
Disponível em: http://www.infonet.com.br/silviooliveira/ler.asp?id=170562
Disponível em: http://santacasast.blogspot.com.br/
Disponível: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Amaro_(Bahia)
Dispónivel: http://www.santoamaro.ba.gov.br/santo-amaro/












4 de jan de 2015

Vale do Capão - Palmeiras, Chapada Diamantina - Bahia

Primeiro de janeiro de 2015, fomos os primeiros a chegarmos na Cachoeira da Fumaça, as fotos não descrevem a satisfação e a renovação espiritual que este local nos proporciona, o Vale Do Capao, Palmeira - Chapada Diamantina, Bahia. As fotos não descrevem o quanto é bela a Chapada Diamantina, tirei poucas porque ou bem tirava ou bem apreciava!!!



Momento único de contemplação, passava pela trilha e as nuvens passavam por mim, um frio daqueles, mas o sangue quente de 2 horas de caminhada ajudou a não sentir tanto. Deus é maravilhoso!!!




Para quem for viajar de carro pela Ilha de Itaparica, é bom dá uma parada em uma padaria em Nazaré das Farinhas para tomar um cafezinho e comer alguma coisa, para mim virou parada obrigatória. Assim como a pizza vegetariana no Capão e o Caldo de Cana.


Fiquei numa barraca de camping muito barata e o local é muito agradavel...



A trilha para a Cachoeira da Fumaça é cansativa, mas vale muito a pena pecorrer 2 horas de subidas e descidas...


Os animais belos e curiosos, em sua minória... 






6 de out de 2014

UM OLHAR SOBRE ITAPARICA

Itaparica,
Cerca de pedras, 

cercada de azul, 

cercada de mar, 

Um mar Atlântico

romântico, grandioso

como a própria história da ilha

contemplada, da copa 

das suas seculares mangueiras .

Esta boa terra, 
que tanta história encerra, 
das invasões, contidas
dos Holandeses, ingleses 
Jesuítas, Portugueses 
e outros povos de alem mar.
que ali aportaram um dia.
Dos índios , negros , mulatos
que ali plantaram suas vidas,
que vieram pra ficar.
Nas ruas de Itaparica

Incontáveis paralelepípedos-

difícil até de falar-

formando caminhos, tranquilos

entre as suas "parede e meia",

contíguas, multicores

Seus muros, já cheios de limo

adornados com as pinhas 

Nas casas de muitos "doutores"
Itaparica e suas águas

Lá da Fonte da Bica,

cristalina, radioativa-

que até dizem "milagrosa" -

que mata a sede dessa boa gente, 

que curte um sono tranquilo,

sem pressa de ser feliz.

E lá na rede esticada 

repousa um pescador ,
da sua jornada traiçoeira,
onde sempre ronda a morte
Onde , pra sobreviver,
tem que ter fé, ter coragem,
ter sorte.
Os frutos do mar tirados
que vão sustentar as famílias
dessa gente simples,
que, simplesmente, 
consegue ser feliz,
sem pressa,


e sem querer mais.


Itaparica,,

cerca de pedras,

que vence o tempo

e o mar grande que a cerca.

Terra de lutas,

de Maria Felipa,- 

"a heroína negra"- 

das "surras de cansanção".

A história grandiosa de uma terra
que não se encerra,
que se imortaliza 
nos muitos casos e "causos "
Nas obras de um certo "João" .....

J.Batista

Um amigo de Minas Gerais que esteve aqui e gostou muito da nossa Ilha de Itaparica.






8 de ago de 2014

Misericódia, um pôr do sol belissímo


A Misericórdia é uma vila de pescadores do município de Itaparica - Ilha de Itaparica.
Conta alguns moradores que esta localidade pacata tem esse nome porque o percusso para chegar até o local é só na" Misericórdia de Deus", aí o nome pegou. é um local de tranquilidade e com um pôr do sol Divino, um dos mais bonitos da Ilha de Itaparica.


Pôr do Sol Misericórdia, by Luzia Brito.

18 de set de 2013

O Artesanato de Maragojipinho - Bahia

Maragojipinho é uma cidade pequena localizada próxima a Nazaré das Farinhas. Sua principal atração e porque não dizer atrativo turístico são suas olárias, local onde é feito e vendido artesanatos feitos de argila.


Nas Olárias encontramos artesanatos para todos os gostos, de diversas formas, tamanhos e preços. Na maioria você encontra muitos objetos iguais, mas também há objetos diferentes e divinos!!!


Pessoas de diversos lugares viajam até Maragojipinho para comprar seus artesanatos para uso e comercialização.







15 de ago de 2013

REFLEXÕES SOBRE O ECOTURISMO



 

A Revolução Industrial e a Segunda Guerra Mundial foram responsáveis pela destruição de diversos monumentos, e lugares, que faziam parte da história de determinados países. Por meio de afirmações desse tipo, é possível verificar que, desde o século passado, as sociedades e governos passaram a ter uma preocupação maior com o patrimônio que conceitualmente tratamos como um conjunto de bens de uma determinada localidade.



19 de abr de 2013

Puxada de rede no Porto da Faceira, comunidade de Caquende - Cachoeira. Hoje em dia devido à prática da pesca predatória, como pesca com bomba, pesca de gaiola e pesca de filhotes não há mais o que se pescar!



27 de jun de 2012

Manguezal

Ecossistema Manguezal - Berçário da Vida Marinha, Vamos PROTEGER!


Durante muitos anos, os manguezais foram considerados e até mesmo classificados oficialmente como terras improdutivas, aptos apenas para abrigar mosquitos e pântanos mal-cheirosos. Felizmente, essa visão das florestas alagadas pelas marés está mudando, influenciada por recentes estudos científicos e pelas campanhas de conscientização pública. Agora os manguezais estão sendo definidos, mais adequadamente, como “raízes do mar”, de “floresta tropical anfíbia”, ou mesmo de “berçário litorâneo”. Estes ecossistemas são levados em conta por suas raras características naturais devido ao fato de terem altos níveis de biodiversidade, o que é extremamente importante para a defesa da pesca silvestre e a ecologia marinha. Esta mudança de atitude é decorrente das iniciativas de inúmeras ONGs que trabalham em parceria com as comunidades locais com o intuito de proteger seus manguezais e gerar a conscientização em nível nacional, regional e internacional a respeito da importância social e ambiental destes ecossistemas. 

Luzia Brito

Essas incomparáveis florestas tropicais litorâneas estão entre os hábitats mais ameaçados do mundo. A expansão urbana, o desenvolvimento do petróleo, a indústria do carvão, as estradas e o turismo, todos se aproveitaram de grandes extensões de florestas de mangue. Atualmente, esses ecossistemas danificados enfrentam ainda mais prejuízos devido à aqüicultura de camarão. E a ameaça vai além da perda contínua de florestas provocando perda de áreas alagadas pelas marés. 
Os manguezais estão formados por árvores resistentes às inundações periódicas das marés e, portanto, ao sal e por outras espécies de plantas que florescem em litorais protegidos de áreas costeiras tropicais adaptadas ao fluxo das marés, ilhas baixas (overwash) e estuários, abrigando uma grande variedade de vida marinha, de plantas e de aves. As áreas alagadas de mangues, não só são usadas por centenas de espécies como principal refúgio para aninhar e como áreas de migração, como também são úteis para satisfazer as necessidades das populações locais.
Infelizmente, com freqüência, as complexidades deste emaranhado ecossistema não são reconhecidas e as florestas de mangue são consideradas como algo separado ou isolado de suas áreas alagadas associadas nas planícies de maré - banco de lama e de sal, salinas e pântanos salinos. De fato, cada um é uma parte de um ecossistema maior e integrado, que depende das marés. Esses não são realmente ecossistemas separados, mas variações de um complexo comum: as áreas alagadas pelas marés. Nos lugares em que hoje há uma floresta de mangue, no futuro poderá haver um pântano salino, dependendo das mudanças hidrológicas, do nível do mar, ou de outros fatores. 
O banco de lama de hoje pode se transformar na floresta de mangue de amanhã. De fato, com as subidas do nível do mar provocadas pelo aquecimento global, os bancos de lama e salinas podem ser os únicos refúgios para o desenvolvimento natural dos mangues. Se as áreas alagadas pelas marés atrás dos mangues não forem desenvolvidas, o natural avanço do mangue será impedido ou frustrado. A indústria do camarão vem admitindo cada vez mais que os bancos de lama e de sal não são áreas alagadas litorâneas valiosas e em determinados países, como o Brasil, estão rapidamente transformando essas áreas alagadas em tanques de aqüicultura de camarão, com imunidade perante as Leis destinadas a proteger as áreas de florestas de mangue. 
As ações acima mencionadas, infelizmente, são comuns e ainda necessárias em toda a região tropical e subtropical - onde os manguezais são formados - porque fortes interesses comerciais - na maioria relacionados com a produção do camarão, extração de óleo e gás, mineração e desenvolvimento turístico - ameaçam a existência deste ecossistema único. A produção industrial de camarão representa a pior ameaça para as florestas de mangue que ainda existem no mundo e para a vida silvestre e as comunidades por elas sustentadas. Aproximadamente 1 milhão de hectares, no mundo afora, de pântanos litorâneos incluindo manguezais foram clareados para serem transformados em granjas de camarão com extensões de meia até centenas de hectares cada uma. Um sinal representativo desta indústria invasiva é que aproximadamente 250 mil hectares estão agora abandonados por causa de doenças e poluição.
A expansão desta devastadora atividade é agravada por consumidores dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa que fazem crescer a procura voraz de camarões baratos. O resultado é que os manguezais, fornecedores de meios de vida para as comunidades pobres locais, são destruídos para alimentar aqueles que já estão bem alimentados e para aumentar os lucros dos ricos produtores de camarão e de companhias mercantis transnacionais.
Todo dia 26 de Julho, muitas organizações ambientalistas especializadas na defesa dos manguezais organizam atividades inspiradas no mesmo lema: “Salvem os Manguezais!”. Este dia foi escolhido como o Dia Internacional dos Manguezais em lembrança da data - 26 de Julho de 1998 - quando Hayhow Daniel Nanoto, um ativista micronésio do Greenpeace, morrera em Muisne, litoral Norte do Equador, enquanto participava de um ato de protesto organizado pelo Green peace e pela Fundación de Defensa Ecológica (FUNDECOL), uma ONG equatoriana cujo principal objetivo é a defesa dos manguezais. Nesta ocasião, a comunidade local e as ONGs desmantelaram um tanque ilegal de criação de camarões com o intuito de restituir a essa região arrasada seu estado inicial de uma floresta de mangue. 
O Brasil tem a segunda maior área de mangue do mundo – mais de um milhão de hectares de florestas de manguezais localizadas ao longo do litoral brasileiro. A aqüicultura do camarão existe em pequena escala no Brasil desde a década de 70. Até pouco tempo atrás, a indústria aumentou lentamente, incrementando a produção a passo firme, mas ainda dentro dos limites do manejável. Em 2000, havia no Brasil aproximadamente 5 mil hectares de tanques de camarão sendo que muitos foram construídos diretamente em áreas de mangue. A maioria dos tanques, porém, foram construídos em salinas ou bancos de sal que, anteriormente, tinham sido manguezais que há muitos anos foram devastados para estabelecerem salinas superficiais. Muitas das salinas foram abandonadas e naturalmente voltaram a ser manguezais.
Atualmente, empresários interessados por empreendimentos comerciais de criação de camarão estão mirando essas áreas. A indústria, hoje em dia, está sendo preparada para um rápido impulso de crescimento, conduzindo o Brasil a ocupar um lugar de destaque entre outros gigantes da aqüicultura como a Tailândia, o Equador e a China. Em 2000, o Governo brasileiro autorizou um ambicioso plano de três anos para expandir a área de produção da indústria da aqüicultura de camarão em seis vezes – de 5 mil a 30 mil hectares.
Em 2002, o Brasil já registrava acima de 10 mil hectares de granjas de camarão que produziam cerca de 60 mil toneladas de camarão industrializado; espera-se que os tanques cubram 25 mil hectares de importantes áreas alagadas litorâneas com uma produção antecipada que ultrapasse 160 mil toneladas até 2005.
A indústria brasileira do camarão acarretaria, desta maneira, os mesmos problemas ambientais que causou em outros lugares, decorrentes do excessivo uso de pesticidas e antibióticos nos próprios tanques de camarão, considerável poluição da água, devastadoras doenças virais espalhadas entre as granjas de camarão, perda de importante hábitat marinho litorâneo como mangues, bancos de lama e bancos salinos. Essa realidade provoca uma severa diminuição de peixes, perda do hábitat de aves migratórias e perda de meios de vida tradicionais das comunidades litorâneas. 
A indústria da aqüicultura de camarão não só causou prejuízos em termos de recursos naturais, mas também, em alguns casos, de violência e morte. Um grande número de investidores nacionais e multinacionais disputou as ricas áreas ao longo do litoral brasileiro para estabelecer novos empreendimentos comerciais de camarão. Na maioria dos casos, eram terras públicas e os moradores locais, durante muitas décadas, colhiam delas todos os produtos que necessitavam para sobreviver e sustentar a economia local.
Os produtores de camarão provindos das costas sitiadas do Equador e Taiwan estão chegando ao Brasil para recomeçar seu já lucrativo empreendimento. 
Como na maioria dos casos, a fascinação por obter grandes lucros está infelizmente ofuscando tanto às autoridades quanto aos cidadãos sem deixar que eles percebam os perigos da produção industrial do camarão. 
Se por um lado, o mundo ficou ciente da importância social e ambiental dos manguezais, por outro, a produção não sustentável e o consumo estão levando os manguezais à destruição e as comunidades dependentes do mangue a uma crescente pobreza. Esta situação paradoxal precisa de uma mudança. A produção de camarão em grande escala deveria ser proibida, uma vez que já foi provado seu efeito negativo tanto na sociedade quanto no meio ambiente. O manejo dos manguezais deve ficar nas mãos daqueles que sabem como fazê-lo de maneira sustentável e que estão interessados por sua conservação no longo prazo, ou seja, nas mãos das comunidades locais. Obviamente, o camarão será mais caro nos mercados do norte, mas poderá estar acessível, mais uma vez, livremente - junto com os outros recursos para o sustento que os manguezais fornecem - para aqueles que precisam dele para se alimentar.

Luzia Brito

A solução é óbvia, no entanto, difícil de implementar. Exige uma política que só pode ser atingida através de uma pressão cada vez maior sobre os governos – tanto do Norte quanto do Sul – para fazer com que eles cumpram aquilo que eles mesmos definiram como socialmente eqüitativo e como desenvolvimento ambiental sustentável. Na maioria dos manguezais, isso quer dizer proibir a produção industrial de camarão e devolver o manejo às comunidades que dependem dos manguezais. Tão simples quanto isso.


Eco 21 Ano XIV - nº 93 - Agosto - 2004 www.eco21.com.br Alfredo Quarto - Diretor do Projeto Mangue em Ação
Fotos: Luzia Brito

3 de jun de 2012

Domingo no Parque e os Cidadãos de Papel

 "Montagem de Grupo de teatro homenageia Gilberto Gil, com sua composição “Domingo no Parque”.

 
Nos 70 anos de Gilberto Gil, algumas comemorações e homenagens acontecem em todo o país. Ele foi um dos principais integrantes do tropicalismo, movimento das décadas de 60 e 70, tendo papel fundamental na modernização da música brasileira. É bem verdade que o artista mereça qualquer expressão de gratidão e reconhecimento por toda a sua contribuição dada a Música Popular Brasileira, mas, nenhuma delas é tão valorosa como a do grupo da C&A DE TEATRO CIDADÃO DE PAPEL.
 
Baseada na música “Domingo no Parque” lançada em 1967, a peça através de uma narrativa instigante e interessante conta a história de dois amigos, João e José, que disputam o amor de Juliana. Os atores apropriam-se muito bem de figuras de linguagem em suas encenações, marca sempre presente na obra do compositor e ex-ministro de cultura, Gilberto Gil.
A peça, em sua segunda temporada de apresentações está em cartaz no Teatro Xisto Bahia até o dia 15 de junho de 2012 às 20h. A montagem "Domingo no Parque" conta com a direção de Marcos Oliveira, e atuação dos atores: Leandro Rocha, Marly Souza e Pedro Albuquerque integrantes da própria companhia. Os três destacam-se pela encenação cômica e dramática, espontânea e expressiva, e certamente, vieram para marcar o cenário do teatro na Bahia. As condições são propicias, principalmente, pelas apresentações anteciparem o “Concerto de Cordas & Maquinas de ritmos” de Gilberto Gil no TCA.

Vale a pena conferir, emocionar-se e prestigiar o trabalho riquíssimo desse grupo competente e profissional, que vem arrancando aplausos de todos que assistem a esta montagem.
 
Texto e fotos: Ana Carla Nunes (acnpereira@hotmail.com) e Cidilan Silva (pluganomundo@gmail.com)

30 de mai de 2012